BLOGVILA
Sexta-feira, Maio 12, 2006
  PROCESSO DE BOLONHA

O Processo de Bolonha, norteado pelos compromissos assumidos em Berlim, exige aos países europeus nele envolvidos a definição, com carácter prioritário, das seguintes acções, até 2005:
· O modelo para a implementação do Sistema de Créditos;
· As orientações para a implementação dos 2 ciclos, por áreas do conhecimento;
· O modelo para o Sistema de Avaliação e Acreditação.
O chamado Processo de Bolonha iniciou-se informalmente em Maio 1998, com a declaração de Sorbonne, e arrancou oficialmente com a Declaração de Bolonha em Junho de 1999, a qual define um conjunto de etapas e de passos a dar pelos sistemas de ensino superior europeus no sentido de construir, até ao final da presente década, um espaço europeu de ensino superior globalmente harmonizado. A ideia base é de, salvaguardadar as especificidades nacionais, dever ser possível a um estudante de qualquer estabelecimento de ensino superior, iniciar a sua formação académica, continuar os seus estudos, concluir a sua formação superior e obter um diploma europeu reconhecido em qualquer universidade de qualquer Estado-membro. Tal pressupõe que as instituições de ensino superior passem a funcionar de modo integrado, num espaço aberto antecipadamente delineado, e regido por mecanismos de formação e reconhecimento de graus académicos homogeneizados à partida.
Convém aqui referir que, do ponto de vista da estratégia comunitária da União Europeia, o Processo de Bolonha se enquadra na agenda politica delineada pelos Chefes de Estado e de Governo, na cimeira europeia de Lisboa (2000), prosseguida na cimeira de Barcelona (2002), a qual definiu o objectivo de, até 2010, fazer da Europa:
“a economia do conhecimento mais competitiva e mais dinâmica do mundo, capaz de um crescimento económico duradouro acompanhado de uma melhoria quantitativa e qualitativa do emprego e de maior coesão social”.
Se conseguir realizar este ambicioso objectivo, a Europa poderá então afirmar-se competitivamente com outros parceiros a nível mundial, na área de ensino superior e da ciência. Tenderá assim a emergir uma Europa do ensino superior, nascida da concretização do Processo de Bolonha, que estará em posição de falar a uma só voz enquanto espaço integrado competitivo de educação e ciência e, deste modo, ganhar maior protagonismo na cena mundial e ter uma palavra a dizer no delinear dos modelos das sociedades do conhecimento do século XXI.
 
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Quinta-feira, Maio 04, 2006
  FALANDO DO SEMINÁRIO..

O meu Seminário será sobre o "Impacto das Novas Tecnologias no Futebol", nomeadamente irei abordar exemplos para corrigir, melhorar e inovar o Futebol como Desporto-Rei. Abordarei factores negativos que normalmente não facilitam a actuação da arbitragem no decorrer de um jogo de futebol, numa competição e indicarei alguns aspectos a ter em conta e as inovações para este Mundial 2006 que irá decorrer na Alemanha.
Abrindo um pouco o véu do meu Seminário..tratarei da Tecnologia de uma chuteira; do facto das Novas Bolas aliarem tecnologia e performance; o facto dos Asiáticos se oporem ao trabalho infantil na produção de bolas; a evolução dos sistemas de jogo de futebol; a existência de um quinto árbitro; a gestão do marketing desportivo no futebol; como a Uefa se utiliza da Tecnologia de Informação; os Novos estudos sobre a bioquímica no futebol; como se procedem os exames para o planejamento nutricional antes de uma partida; e falarei de outros aspectos importantes que despoletam criticas dos media em torno do desenvolvimento tecnológico no Futebol.
 
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Terça-feira, Abril 11, 2006
  A INTERNET É DEMOCRÁTICA ?

A Internet, como a conhecemos hoje, começou em 1969, A Internet é uma imensa rede de redes de computadores que se estende por todo o mundo e praticamente a todos os países. É um excelente meio de comunicação. Os meios de ligação, ou conexão, dos computadores (e outros aparelhos) à rede das redes são variados, mas normalmente é necessário obter o acesso através de um ISP - Internet Service Provider, (fornecedor de acesso à Internet).
A Internet é a forma mais democrática até hoje, de facilitar o acesso à informação, os seus conteúdos ajudam sem dúvida à educação e podem aumentar o nosso conhecimento, mas só o estudo, o diálogo e a reflexão nos levam à sabedoria.
Hoje, ninguém coloca em causa a necessidade de, mais dia menos dia, se vir a ligar à Internet. Seria capaz de imaginar a vida actual sem televisão, telefone ou automóvel? Pois é, mas hoje são uma necessidade indiscutível e o mesmo aconteceu com a Internet.
A Internet não é apenas um espaço único com um vasto e crescente número de
informação e utilizadores. Deve ser vista, antes de mais, como um espaço
multifacetado constituído por um número crescente de comunidades de utilizadores,
em que cada comunidade apresenta as suas próprias regras, comportamentos e
actividades. Cada utilizador pertence, de forma mais ou menos activa, a um número
variável mas limitado de comunidades.
O cenário mundial atual aponta para um aumento cada vez maior de concentração do poder nas mãos dos países que dominam os meios de produção, armazenamento, disseminação e uso da informação. Com o avanço surpreendente que a Internet atingiu nos últimos anos, essa questão torna-se ainda mais relevante.
As informações agrupadas no nosso monitor denunciam toda a actividade quando conectado, nossos endereços na rede, provedor, sites visitados. Esses dados estão disponíveis para qualquer um: hacker, cracker, administrador de rede, policial, advogado; e podem ser usados contra nós.
A rede livre é uma opção para manter a Internet democrática.
A Internet é um instrumento que pode fazer a democracia mais participativa? Qual é a representatividade das votações on-line? Pode ajudar, a Internet a inovar na forma de governar? São questões que eu me questiono.
Hoje em dia, esta democracia directa seria impossível, entre outros motivos, porque o tamanho das sociedades actuais não é o de então. Ainda assim, a democracia pode ser mais participativa, e a Internet pode contribuir em grande medida a ela. Partindo de que a democracia se mostrou como a forma de governo menos má, trata-te de buscar fórmulas que tentem cercar a tomada de decisões públicas na sociedade. Alguns exemplos encontramo-los na possibilidade de fazer coisas on-line, ou na possibilidade de estar informado sem ter que pedir autorização à administracão.
 
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Quinta-feira, Março 30, 2006
  PODE SER-SE DEMASIADO CRIATIVO ?

Sob o ponto de vista humano, Criatividade é a obtenção de novos arranjos de ideias e conceitos já existentes formando novas tácticas ou estruturas que resolvam um problema de forma incomum, ou obtenham resultados de valor para um indivíduo ou uma sociedade. Criatividade pode também fazer aparecer resultados de valor estético ou perceptual que tenham como característica principal uma distinção forte em relação às "ideias convencionais".
Pensar sobre Criatividade está associado ao facto, de que para ser mais criativo, temos que entender porque é que o cérebro humano é naturalmente criativo, porque as crianças são espontaneamente criativas.
Para ser criativo, devemos ter claro na nossa mente o objectivo (mesmo que vago e incerto) que queremos atingir, outro aspecto fundamental é sem dúvida que o conhecimento é muito mais importante do que nomes e dados factuais, pois permite à pessoa pensar sobre as coisas e usar o pensamento para melhorar sua vida (via criatividade!).
Portanto, a Criatividade serve muito para explorarmos o desconhecido, e para isso precisamos ter em mente que frequentemente vamos errar. Tentar e errar faz parte do processo criativo e um dos pontos básicos para ampliarmos nosso potencial criativo é justamente reconsiderar o nosso "medo" de errar, talvez transformando a palavra em "testar".
Concluindo, a Criatividade é um aspecto positivo, pois pode trazer inovações, seja ela de âmbito for, pois com a Criatividade poderemos "inovar" um séries de aspectos do nosso dia-a-dia, da nossa vida.
 
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Domingo, Março 19, 2006
  OS MEDIA E A INFLO-EXLUSÃO EM DEMOCRACIA

A Prof. Rita Figueiras, falou-nos do assunto da inflo-exclusão e os media, associando sempre a info-exclusão a sociedades não democráticas ou a sociedades sub-desenvolvidas. No que se refere ao acesso à informação realçamos as condições em que os media existem e até a qualidade da informação e a competência dos receptores, é que neste tipo de condições só fazem sentido com uma boa governação, onde a estabilidade política impera. A óptima governação deve incentivar um desenvolvimento humano, uma imprensa livre de efectuar o que quiser, enfim um livre acesso aos media.
Os problemas da nossa sociedade são a influência directa ou indirecta dos anunciantes nos media. Como sabemos dois dos principais objectivos jornalísticos é a objectividade e a imparcialidade, e para se atingir estes objectivos tem de se ter em conta os termos utilizados, o enquadramento ou leitura dos factos e a manipulação da imagem. A Prof.Rita Figueiras deu exemplos, tudo para mostrar até que ponto o jornalismo pode ir, e até que ponto pode manipular as ideias das pessoas. A manipulação das imagens dá aos leitores uma ideia alterada de tudo aquilo que se passa no mundo, é que as pessoas estão a ser enganados através dos meios comunicação, e não é esse o papel dos media.
A Prof. Rita Figueiras realçou algumas soluções com a finalidade de resolver este tipo de problemas, tais como:
1º deveria-se implantar uma educação para os media, para se saber como é que as coisas se fazem, e porque é que são feitas de determianda maneira;
2º deveria ser cruzar fontes de informação jornalística, com vlaidação e complementaridade, e por último deveriam ser criadas fontes de informação alternativas.

Concluindo, penso que a explicação dada pela Prof. Rita Figueiras no último seminário, deu para aprender um novo conceito de info-exclusão, pois este tema é muito importante para os dias que correm e faz-nos abrir mais os olhos para aquilo que se passa em torno de nós e também permite que estejamos mais atentos às notícias que saem nos vários media.
 
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Segunda-feira, Março 13, 2006
  PORTUGAL e a "Sociedade da Informação"

Engº Roberto Carneiro falou-nos sobre uma Europa que tem um modelo social comum e a questão central da Sociedade da Informação da Europa é ver se conseguimos ser mais desenvolvidos a nível tecnológico, sem perder o nosso modelo social europeu. Agora me questio-no em qual será o papel do nosso país na Sociedade da Informação?
No ano passado, foi aprovado o i-2010, um programa que traça objectivos importantes:
Espaço europeu de informação;
Inovação e investimento na investigação;
Inclusão.
É que no nosso país, as tecnologias são muito bem aceites e por isso se desenvolvem com a rapidez que todos nós observamos, porém o problema é que a tecnologia ainda não chega a todo o nosso país e por isso, existirem altos níveis de info-exclusão.
Em Portugal, o acesso público e gratuito à Internet é garantido em inúmeros espaços públicos. Todos sabemos que o desenvolvimento científico ganhou novas oportunidades em todas as áreas e que o seu progresso é cada vez mais necessário e fundamental. Portugal deve se empenhar ao máximo, no reforço da Comunidade dos Países de Língua Oficial Portuguesa, pois o papel das línguas naturais no acesso de toda a sociedade ao conhecimento é de extrema importante e por isso mesmo é importante consolidar as comunidades linguísticas na ligação em rede de todos e na diversidade cultural. O nosso país é assim um Portugal que quer contribuir activamente para o desenvolvimento da sociedade da informação, no combate à exclusão, para a defesa da liberdade de expressão, e para o progresso e apropriação social do conhecimento.
 
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Quinta-feira, Março 09, 2006
  SERÁ QUE TEMOS UMA SOCIEDADE INFORMADA ?

Este blog http://passoapalavra.blogspot.com/, fala-nos do nosso país como uma Sociedade de Informação e do Conhecimento. Tendo em atenção o "Plano Tecnológico" que tanto se aplaude, tanto se critica e tanto se espera.. leva-me a pensar que a nossa Sociedade até está informada, penso que não está é bem ensinada em como utilizar a tecnologia. Diz-se que as Novas Tecnologias trarão novos postos de trabalho, muito mais produtividade, muita ambição no desenvolvimento, mas será que nos ajudará a tirar Portugal da cauda de Europa..por um lado dizem que somos um "jardim á beira mar plantado", por outro lado dizem que somos um dos melhores países para passarem férias e pioneiros na "onda tecnologica" como refere a autora: unindo as Escolas entre si, Universidades, Laboratórios, Bibliotecas e Associações; pagamento automático e sem paragem (Via Verde); O acesso público e gratuito à Internet já é uma garantia em muitos espaços, com pessoal especializado e acesso para deficientes.
Será que o Ministro da Ciência, Mariano Gago, quando se refere ás pretensões do País, em «reforçar uma sociedade em rede, quebrar barreiras, inovar, reduzir burocracia e promover avaliação e transparência. Ligar Portugal a todas as outras nações e a todos os povos do Mundo», fará com que o nosso "Portugal dos Pequeninos" se torne competitivo a nível europeu, e que ajude a relançar o "tão esperado" poderio económico. Só resta mesmo esperar pra ver.
 
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  MUDANÇA TECNOLÓGICA

O blog http://nuvemdeideias.blogspot.com/, refere o factor da info-exclusão, como uma das dimensões da Exclusão Social, ou seja, como a autora salienta, "a Info-exclusão é hoje em dia comum no nosso país", arrisco mesmo dizer existe "maioritariamente" famílias em que apenas os filhos sabes mexer com as novas tecnologias, os pais nao entendem muito de computadores, muito menos de internet, para nao falar dos avós, mas não exclu-o a hipótese de haver famílias que tenham pais e até mesmo avós a utilizarem a internet. O que me faz pensar..será que que temos uma sociedade info-excluída em relação á tecnologia? Em contrapartida, somos dos países pioneiros no sector da Banda Larga Wirellss, porque entao pensar negativamente, resta mesmo dizer, que nos tempos que os nossos avós e pais viviam, a tecnologia nao estava tão desenvolvida, mas agora somos nós que usufrimos do avanço tecnológico que é cada vez mais acelerado..como a autora do blog dizia: "Computadores e Internet (algo impensável no meu tempo!).

 
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  INVENÇÃO FANTÁSTICA

No blog http://www.npev.blogspot.com/, pude verificar que o autor teve enorme sentido de humor quando colocou em paralelismo o facto de Henry Ford ter sido o primeiro homem a inventar o primeiro automóvel, e no final ter referido que se ele tivesse nos dias de hoje, e visse a "bomba", ou até mesmo o "carrão" que é o Audi TT que foi lançado no filme "I, Robot", teria ficado maravilhado com a beleza da tecnologia automóvel, dando a possibilidade aos consumidores comprarem estes bólides. Pois como sabemos normalmente quem compra essas "máquinas" são actores de cinema, cantores, jogadores de futebol..enfim uma gama diversificada de personalidades do mundo globalizado que vivemos hoje.
 
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Fábio Manuel da Vila Rodrigues, 23 Anos, Luso-Brasileiro, 4º Ano do Curso de Comunicacão Social e Cultural da Vertente Digital e Interactiva

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